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O Gauchismo
no Marketing de Olívio Dutra
Análise das razões da vitória de Olívio em 1998,
à luz dos Estudos Culturais e Teorias da Comunicação.
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PT: Comunismo
ou Social-democracia? Uma análise do impasse programático
e da burocratização e oligarquização do PT.
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| | Outros Autores | 28/08/2008 | Hora do ataque Míriam Leitão - Globo Online
A frase de James Carville, o publicitário de Bill Clinton, ficou tão conhecida que virou enfeite. Uma fantasiada delegada exibia na convenção democrata a bolsa onde estava bordado: “É a economia, estúpido.” Carville pôs, de novo, o dedo na ferida quando disse, na CNN, que estão faltando ataques ao governo mais impopular da história recente. Avisou que a hora é de atacar George Bush.
De novo, a área de ataque é a economia. O mesmo campo de batalha em que Bill Clinton, com ajuda de Carville, venceu o velho George Bush. O filho, como o pai, também arruinou a economia, lembrou o marqueteiro num comentário na CNN. De quebra, ainda pôs o país em duas guerras. No primeiro dia da convenção, o atual Bush foi poupado por preciosas seis horas no encontro do partido.
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| Outros Autores | 27/08/2008 | Sem dinheiro, Marinha tem 44% da frota paralisada Josias de Souza - Folha Online
De 25 navios, só operam 14 –ainda assim, ‘com restrições’.
Sem investimento, prevê-se que o colapso chega em 2025.
Relatório oficial da Marinha revela: a força naval brasileira está em petição de miséria.
O documento chama-se “Situação da Marinha - Necessidades Orçamentárias”.
Foi repassado, há um mês e meio, a líderes partidários do Congresso.
Com o gesto, o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Mora Neto, tenta obter do Legislativo um reforço do orçamento da armada.
Obtido pela equipe do jornal “O Povo”, o relatório da Marinha contém um quadro chamado "Situação atual dos meios da esquadra brasileira".
Revela o seguinte:
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| Outros Autores | 27/08/2008 | Contra argumentos não há fatos Luiz Weis*
Entra eleição, sai eleição - e duas lendas continuam inabaláveis. Uma é a de que o horário gratuito é uma enganação. Outra é a de que o eleitor não dá a mínima para os partidos. A persistência desses clichês, apesar do acúmulo de evidências em contrário, parece dar razão aos que acham que, sendo as mentalidades o que são, o ditado certo é o que põe de ponta-cabeça a forma original: contra argumentos não há fatos.
No caso da propaganda no rádio e na TV, os fatos conhecidos não batem com a visão preconcebida - ou preconceituosa - de que ela afeta perversamente o voto popular, ao mistificar um público tosco o bastante, em geral, para aceitar pelo valor de face as patranhas que os marqueteiros lhe infligem. Isso, segue o raciocínio, quando o eleitor lhes dá trela, em vez de fazer qualquer outra coisa naquele período, o que seria, afinal, a atitude da grande maioria.
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| Outros Autores | 27/08/2008 | O Congresso na ''extrema-unção'' Editorial OESP
Ao falar das relações entre os Poderes, em um evento promovido em São Paulo por uma entidade empresarial, o presidente do Senado, Garibaldi Alves, do PMDB do Rio Grande do Norte, constatou o que está aí à vista de todos - a crescente desenvoltura com que o Supremo Tribunal Federal (STF) tem exercido o papel de criador de leis, ao cumprir a sua função essencial de julgar se as normas em vigor e os atos delas decorrentes estão de acordo com os princípios constitucionais. "O Judiciário não poderia fazer o que está fazendo", protestou, exemplificando com a decisão do Supremo de estabelecer regras da fidelidade partidária para os detentores de mandatos legislativos. Reconheceu, no entanto, que o STF se expande "no vácuo" de um Congresso Nacional cujos trabalhos são basicamente pautados pelo Planalto.
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