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Recentes


Outros Autores | 21/11/2008
A crise mundial e a impropriedade dos remédios
Alfredo Marcolin Peringer*

Não custa lembrar que foi à má atuação dessas entidades que levou o “Consenso de Washington”, encabeçado por John Willianson e diversos economistas, inclusive do FMI e BIRD, a recomendar, em 1989, o “afastamento do Estado do setor financeiro”. E a recomendação tem forte apoio teórico e empírico. Ludwig Von Mises mostra que sem a atuação dos bancos centrais, as crises não existiriam ou seriam fracas e efêmeras (The Theory of Money and Credit). Racionalmente, defende a substituição deles por emissões de moeda ancoradas e conversíveis no peso do ouro, com reservas ao nível de 100%. Milton Friedman também clama pelo fim dessas instituições, mas acha que seria suficiente um sistema de emissão de moeda automático e paulatino, entre 3% a 5% ao ano. (Clique aqui para ler a íuntegra desse artigo.)



Outros Autores | 21/11/2008
Citigroup discute saídas, entre elas ser vendido
Míriam Leitão - Globo Online

Uma reportagem do Wall Street Journal publicada nesta sexta-feira mostra que a diretoria do Citigroup está avaliando todos os cenários possíveis para o banco, inclusive a sua venda. Isso poderia acontecer de uma vez só, ou em pedaços. Na quinta-feira, as ações da empresa despencaram 26%, a maior queda da história, e atingiram a menor cotação dos últimos 15 anos. O banco é um dos mais atingidos pela crise financeira. Depois de ocupar a primeira colocação do sistema financeiro americano, com um valor de mercado de US$ 274 bilhões no final de 2006, as ações da empresas ontem valiam menos de 10% disso: US$ 26 bilhões. Esta semana, o grupo já anunciou que prentede cortar mais de 50 mil postos de trabalho para reduzir custos. Os principais executivos do bancos vão se reunir hoje em Nova York para analisar todos os cenários.



Outros Autores | 21/11/2008
Com que números se planejará?
Washington Novaes*

Quanto questionado em entrevistas coletivas sobre alguma estatística desfavorável ao governo a que pertencia, o falecido ministro Roberto Campos costumava ironizar e dizer que números poderiam demonstrar qualquer coisa. Por exemplo (hipotético), se cinco pessoas comiam muito enquanto outras cinco comiam quase nada, seria possível afirmar que, na média geral, todas comiam razoavelmente. Talvez o ministro devesse ser convocado neste momento para explicar algumas estatísticas. Há poucos dias (Estado, 13/11) o Fundo da ONU para a População divulgou que até metade deste século o Brasil terá 254,1 milhões de habitantes, ante 194,2 milhões que teria hoje. Isso aconteceria porque continuará até 2010, pelo menos, com uma taxa de crescimento populacional de 1,3% ao ano, acima da média mundial. E a população mundial até 2050 passará de 6,74 para 9,19 bilhões. São números bastante diferentes dos divulgados em agosto pelo IBGE, que calculou a atual população brasileira em 189,6 milhões (quase 5 milhões menos que o cálculo da ONU) e uma taxa de fecundidade já em 1,8 filho por mulher em idade fértil - abaixo da taxa de reposição populacional, que é de 2 filhos (um para substituir o pai e outro, a mãe; com menos filhos, a população declina). No começo de outubro, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), analisando a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007, do IBGE, apontou uma taxa de fecundidade de 1,83 filho por mulher em idade fértil. E com ela a população chegaria a 2030 com 204,3 milhões e a 2035, já em declínio, com 200,1 milhões. Como poderíamos, então, chegar aos 254,1 milhões estimados pela ONU para 2050? Em julho, a Pesquisa Nacional de Desenvolvimento da Saúde calculava (Folha de S.Paulo, 21/7) que a taxa de fecundidade chegara a 1,8 por mulher já em 2006. Logo em seguida, o IBGE , partindo de uma taxa de 2,1 filhos por mulher, calculava que só em 2043 se chegaria a 1,85. (Clique aqui para ler a íntegra desse post.)



Teoria e Análise | 21/11/2008
Confiança é a base de tudo
João Mellão Neto

Corrupção, é claro, existe em todos os países. Sua incidência, constata-se, é mais freqüente quanto menos desenvolvidos eles são. Podem-se arriscar as mais diversificadas explicações, mas o fato é que nas sociedades mais amadurecidas ela é menor porque a própria comunidade, como um todo, trata de castigar os seus praticantes com desprezo, descrédito, hostilidade, ostracismo, até mesmo o banimento, a exclusão de seu convívio. Tudo isso, na prática, acaba sendo uma pena mais dolorosa do que a própria reclusão. Faz sentido. O homem é, sobretudo, um animal social. Quando até seus vizinhos o evitam, esse, para ele, é o mais doloroso dos castigos. (Clique aqui para ler a íntegra desse post.)



Outros Autores | 21/11/2008
Atenção à reforma tributária
Editorial OESP

O governo ganhou um ponto com a aprovação do projeto de reforma tributária na Comissão Especial da Câmara dos Deputados. A modernização do sistema de impostos e contribuições é um dos itens mais importantes da agenda federal, um passo indispensável para o fortalecimento do setor produtivo e gerador de empregos. O próximo passo será a votação no plenário, em dois turnos. Se o texto for aprovado, será em seguida submetido aos senadores. Ainda poderão ocorrer acidentes importantes nesse caminho. Os partidos de oposição - DEM, PSDB, PSOL, PV e PPS - votaram contra o projeto na Comissão Especial e deverão continuar tentando emperrar sua tramitação ou derrubá-lo. Pelo menos alguns desses partidos agem de acordo com a orientação de governadores, principalmente do Sudeste, contrários à reforma neste momento. Uma fase de crise econômica, segundo argumentam, não é propícia a mudanças no sistema de arrecadação de tributos. (Clique aqui para ler a ínegra desse post.)



Outros Autores | 21/11/2008
O novo quadro econômico e a inflação
Editorial OESP

A política monetária vinha sendo ditada, até agora, pela meta de inflação. A mudança do ambiente econômico pela crise mundial obriga a repensar os instrumentos de política monetária diante de um provável novo surto inflacionário. O Banco Central (BC), no quadro da política de metas de inflação, se mostrava preocupado principalmente com os três fatores capazes de alimentar pressões inflacionárias: o crescimento excessivo da demanda, o descasamento entre a demanda e a capacidade de produção e o aumento da oferta de crédito para facilitar a demanda. E o BC se apoiava na administração da taxa de juros com o intuito de controlar a demanda. (Clique aqui para ler a íntegra desse post.)



Outros Autores | 20/11/2008
Brasil terá papel de destaque em nova ordem mundial, diz relatório
Folha Online

Um relatório do governo americano que realiza uma avaliação do futuro a longo prazo afirma que "todo o sistema internacional" estabelecido após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) será "revolucionado". Segundo o documento do Conselho Nacional de Segurança dos EUA intitulado "Tendências Globais 2025: Um Mundo Transformado", Brasil, Rússia e China não apenas "terão um lugar na alta mesa internacional, como irão trazer novos interesses e regras ao jogo". Essa é a quarta edição do relatório, que tem como objetivo avaliar como as principais tendências globais devem se desenvolver nos próximos 15 anos de forma a influenciar os eventos do mundo. "Nosso relatório não visa ser um exercício de previsão ou de bola de cristal", afirma o organismo, em comunicado. (Clique aqui para ler a íntegra desse post.)



Outros Autores | 20/11/2008
A economia e a política dos banqueiros Serra e Lula
Carlos Alberto Sardenberg - Portal G1

Do ponto de vista econômico, a compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil faz sentido. No mercado concentrado, a Nossa Caixa não tinha muito futuro. Era um banco de varejo, de agências, mas sem o porte necessário para competir com os grandes. Por outro lado, também não era pequeno o suficiente para ser um banco especializado, um banco de nicho, focado num determinado mercado. Estava atravessado. Para o Banco do Brasil, que reage ao crescimento dos grandes privados, também é um bom negócio. Amplia a atuação do BB no estado de São Paulo, ponto importante. Além disso, a Nossa Caixa vem com duas fontes de renda expressivas: a folha de pagamento do governo paulista, os programas do estado e os depósitos judiciais. Em circunstâncias normais, a folha do governo paulista, por exemplo, teria de ser leiloada. Mas o governador Serra havia entregue à Nossa Caixa, que agora a leva para o BB.



Outros Autores | 20/11/2008
Perigos distintos
Míiriaam Leitão - Gloobo Online

O fantasma que agora ameaça as economias mais ricas do mundo não é um desses que a gente conheça no Brasil. Por aqui, o que nunca nos deixa é a inflação. Por pior que ela seja, a deflação é mais assustadora, porque contra ela existem poucos instrumentos. O economista José Roberto Mendonça de Barros define o problema como a “perda do futuro”. O consumidor não consome porque teme o futuro, os preços caem por falta de consumidor, as empresas não conseguem vender e reduzem os preços. Mesmo assim, não convencem o consumidor. Porque estão tendo prejuízos, as empresas reduzem ainda mais os preços, o consumidor, mesmo com dinheiro, não compra porque amanhã tudo pode ficar mais barato. A economia entra numa espiral descendente da qual é difícil ser retirada. A política monetária, que funciona quando é para combater os preços altos, acaba sendo neutralizada quando é para combater preços em queda livre. Na deflação do Japão, mesmo o juro sendo zero, a população continuava poupando pelo temor em relação ao futuro; nada a convencia a consumir. Clique aqui para ler a íintegra desse post.)



Outros Autores | 20/11/2008
Senado aprova reajustes para 91,3 mil servidores
Josias de Souza - Folha Online

Custo dos aumentos será de R$ 23,5 bilhões até 2011. Com o apoio de governistas e de oposicionistas, o Senado aprovou na noite desta quarta (19) a medida provisória 440. Concede reajustes salariais a 91,3 mil servidores públicos. Aumentos escalonados –de 2008 a 2011. Sorverão do erário R$ 20,9 bilhões ao ano. A aprovação já era esperada há dias. A oposição, que cobra de Lula corte de gastos, lavou as mãos. Ninguém quis comprar briga com o funcionalismo. Na próxima semana, será aprovada uma outra medida provisória –número 441— também editada para afagar servidores. (liqque aqui para ler a íntegra desse post.)




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