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O Gauchismo
no Marketing de Olívio Dutra
Análise das razões da vitória de Olívio em 1998,
à luz dos Estudos Culturais e Teorias da Comunicação.
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PT: Comunismo
ou Social-democracia? Uma análise do impasse programático
e da burocratização e oligarquização do PT.
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| | Outros Autores | 21/11/2008 | A crise mundial e a impropriedade dos remédios Alfredo Marcolin Peringer*
Não custa lembrar que foi à má atuação dessas entidades que levou o “Consenso de Washington”, encabeçado por John Willianson e diversos economistas, inclusive do FMI e BIRD, a recomendar, em 1989, o “afastamento do Estado do setor financeiro”. E a recomendação tem forte apoio teórico e empírico. Ludwig Von Mises mostra que sem a atuação dos bancos centrais, as crises não existiriam ou seriam fracas e efêmeras (The Theory of Money and Credit). Racionalmente, defende a substituição deles por emissões de moeda ancoradas e conversíveis no peso do ouro, com reservas ao nível de 100%. Milton Friedman também clama pelo fim dessas instituições, mas acha que seria suficiente um sistema de emissão de moeda automático e paulatino, entre 3% a 5% ao ano.
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| Outros Autores | 21/11/2008 | Com que números se planejará? Washington Novaes*
Quanto questionado em entrevistas coletivas sobre alguma estatística desfavorável ao governo a que pertencia, o falecido ministro Roberto Campos costumava ironizar e dizer que números poderiam demonstrar qualquer coisa. Por exemplo (hipotético), se cinco pessoas comiam muito enquanto outras cinco comiam quase nada, seria possível afirmar que, na média geral, todas comiam razoavelmente. Talvez o ministro devesse ser convocado neste momento para explicar algumas estatísticas.
Há poucos dias (Estado, 13/11) o Fundo da ONU para a População divulgou que até metade deste século o Brasil terá 254,1 milhões de habitantes, ante 194,2 milhões que teria hoje. Isso aconteceria porque continuará até 2010, pelo menos, com uma taxa de crescimento populacional de 1,3% ao ano, acima da média mundial. E a população mundial até 2050 passará de 6,74 para 9,19 bilhões. São números bastante diferentes dos divulgados em agosto pelo IBGE, que calculou a atual população brasileira em 189,6 milhões (quase 5 milhões menos que o cálculo da ONU) e uma taxa de fecundidade já em 1,8 filho por mulher em idade fértil - abaixo da taxa de reposição populacional, que é de 2 filhos (um para substituir o pai e outro, a mãe; com menos filhos, a população declina). No começo de outubro, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), analisando a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007, do IBGE, apontou uma taxa de fecundidade de 1,83 filho por mulher em idade fértil. E com ela a população chegaria a 2030 com 204,3 milhões e a 2035, já em declínio, com 200,1 milhões. Como poderíamos, então, chegar aos 254,1 milhões estimados pela ONU para 2050? Em julho, a Pesquisa Nacional de Desenvolvimento da Saúde calculava (Folha de S.Paulo, 21/7) que a taxa de fecundidade chegara a 1,8 por mulher já em 2006. Logo em seguida, o IBGE , partindo de uma taxa de 2,1 filhos por mulher, calculava que só em 2043 se chegaria a 1,85.
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| Teoria e Análise | 21/11/2008 | Confiança é a base de tudo João Mellão Neto
Corrupção, é claro, existe em todos os países. Sua incidência, constata-se, é mais freqüente quanto menos desenvolvidos eles são. Podem-se arriscar as mais diversificadas explicações, mas o fato é que nas sociedades mais amadurecidas ela é menor porque a própria comunidade, como um todo, trata de castigar os seus praticantes com desprezo, descrédito, hostilidade, ostracismo, até mesmo o banimento, a exclusão de seu convívio. Tudo isso, na prática, acaba sendo uma pena mais dolorosa do que a própria reclusão. Faz sentido. O homem é, sobretudo, um animal social. Quando até seus vizinhos o evitam, esse, para ele, é o mais doloroso dos castigos.
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| Outros Autores | 21/11/2008 | Atenção à reforma tributária Editorial OESP
O governo ganhou um ponto com a aprovação do projeto de reforma tributária na Comissão Especial da Câmara dos Deputados. A modernização do sistema de impostos e contribuições é um dos itens mais importantes da agenda federal, um passo indispensável para o fortalecimento do setor produtivo e gerador de empregos. O próximo passo será a votação no plenário, em dois turnos. Se o texto for aprovado, será em seguida submetido aos senadores.
Ainda poderão ocorrer acidentes importantes nesse caminho. Os partidos de oposição - DEM, PSDB, PSOL, PV e PPS - votaram contra o projeto na Comissão Especial e deverão continuar tentando emperrar sua tramitação ou derrubá-lo. Pelo menos alguns desses partidos agem de acordo com a orientação de governadores, principalmente do Sudeste, contrários à reforma neste momento. Uma fase de crise econômica, segundo argumentam, não é propícia a mudanças no sistema de arrecadação de tributos.
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| Outros Autores | 20/11/2008 | A economia e a política dos banqueiros Serra e Lula Carlos Alberto Sardenberg - Portal G1
Do ponto de vista econômico, a compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil faz sentido.
No mercado concentrado, a Nossa Caixa não tinha muito futuro. Era um banco de varejo, de agências, mas sem o porte necessário para competir com os grandes. Por outro lado, também não era pequeno o suficiente para ser um banco especializado, um banco de nicho, focado num determinado mercado. Estava atravessado.
Para o Banco do Brasil, que reage ao crescimento dos grandes privados, também é um bom negócio. Amplia a atuação do BB no estado de São Paulo, ponto importante. Além disso, a Nossa Caixa vem com duas fontes de renda expressivas: a folha de pagamento do governo paulista, os programas do estado e os depósitos judiciais.
Em circunstâncias normais, a folha do governo paulista, por exemplo, teria de ser leiloada. Mas o governador Serra havia entregue à Nossa Caixa, que agora a leva para o BB.
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| Outros Autores | 20/11/2008 | Perigos distintos Míiriaam Leitão - Gloobo Online
O fantasma que agora ameaça as economias mais ricas do mundo não é um desses que a gente conheça no Brasil. Por aqui, o que nunca nos deixa é a inflação. Por pior que ela seja, a deflação é mais assustadora, porque contra ela existem poucos instrumentos. O economista José Roberto Mendonça de Barros define o problema como a “perda do futuro”.
O consumidor não consome porque teme o futuro, os preços caem por falta de consumidor, as empresas não conseguem vender e reduzem os preços. Mesmo assim, não convencem o consumidor. Porque estão tendo prejuízos, as empresas reduzem ainda mais os preços, o consumidor, mesmo com dinheiro, não compra porque amanhã tudo pode ficar mais barato. A economia entra numa espiral descendente da qual é difícil ser retirada. A política monetária, que funciona quando é para combater os preços altos, acaba sendo neutralizada quando é para combater preços em queda livre. Na deflação do Japão, mesmo o juro sendo zero, a população continuava poupando pelo temor em relação ao futuro; nada a convencia a consumir.
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